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Ghost march _ German coronavirus skeptics protest COVID measures
07 Mar 2021
Ghost march _ German coronavirus skeptics protest COVID measures
Chaka · 301 Views

CORONAVÍRUS, CIENTISTAS FAZEM MUITAS COISAS ERRADAS -DR COLIN BARRON

118 Views

⁣Olá, Colin Barron aqui,

Como você pode ver, eu tive a nova

vacina covid alguns dias atrás.

Eu estou me sentindo ótimo.

Nenhuma paralisia,

nenhuma reação alérgica.

Apenas uma pequena perda de peso, como você pode ver.

Isso apenas mostra que você não deve prestar atenção

para todo o alarmismo

dos antivaxxers (anti-vacinas).

Só brincando, eu não tive a vacina covid.

Mas esqueletos, especialmente esqueletos no armário,

é o tópico que abordarei no vídeo de hoje.

E um dos esqueletos do governo no armário,

que preocupa, são os consultores científicos e conselheiros,

e o papel fundamental que estão desempenhando na crise atual.

Como todos vocês sabem

os atuais conselheiros do Sage

estão apenas dando um lado do argumento,

Eles estão obcecados com previsões de computador duvidosas,

baseadas na lei de suposições incorretas.

Você se lembra do famoso gráfico da desgraça de Quincy e Larson,

e a previsão de que teríamos 4.000 mortes por dia

em meados de novembro.

Eu nunca vi nem mesmo 10 desse número.

Mesmo agora o Imperial College ainda está afirmando

que teríamos uma taxa de 1 milhão e meio de mortes

se não tivéssemos feito o lookdown, o que é um absurdo.

Ambos, o Sage e o governo

estão obcecados por lookdowns.

Eles pensam que são a resposta para todos os problemas.

Como eu já tinhha comentado antes,

o principal problema é que o Sage

não tem pessoal suficientemente diversificado com opiniões diferentes.

Eles realmente precisam ouvir pessoas como Dr MikeGiden

a Professora Sunita Gupta, Professora Carol Hennigan, Dr. John Lee

e muitos outros que têm uma compreensão muito melhor do que realmente está acontecendo.

Mas podemos aprender com a história,

e hoje, eu gostaria de discutir a carreira de um antigo assessor científico do governo.

Professor Frederick Lindemann, também conhecido como Lord Cherwell,

que teve influência decisiva sobre Winston Churchill durante a Segunda Guerra Mundial.

Agora, Lindemann não estava errado sobre tudo.

Ele acertou algumas coisas, mas fez muitas coisas erradas como muitos cientistas.

Lindeman estava particularmente interessado na aviação.

E uma das suas primeiras descobertas foi um método para controlar rotações em aeronaves.

Como você provavelmente adivinhou, eu ainda construo o modelo airfix com o mesmo modelo dessa aeronave.

Então, uma de suas primeiras descobertas foi um método para controlar os giros em aeronaves.

Durante a primeira guerra mundial aviões de combate eram propensos a giros incontroláveis.

que poderiam causar um acidente fatal.

Em 1915 Lindeman desenvolveu um sistema

de controle de movimentos para corrigir giros,

que ele desenvolveu usando modelos em um túnel de vento.

Em Farnborough, a primeira vez que isso foi feito,

ele também aprendeu a voar para que pudesse testar essas teorias.

No entanto, suas outras contribuições para a aviação não foram tão positivas.

Na década de 1930, Lindemann afirmou que as batalhas aéreas se tornariam uma coisa do passado,

porque as velocidades das aeronaves tornaram-se muito altas,

tecnicamente, quinhentas milhas por hora ou mais,

as batalhas aéreas em sua opinião, se tornariam uma coisa do passado.

ele propôs que o chassi ideal de um avião de combate,

não tivesse armas de fogo na frente, mas deveriam

em vez disso, ter uma torre com armas e um homem atrás do piloto.

E este pensamento levou a esta aeronave o Defiante Boulton Paul.

Vou mostrar aqui e se você olhar bem poderá ver

que em vez de ter armas nas asas, o Defiante tinha um homem

em uma torre com metralhadoras, imediatamente atrás da cabine do piloto.

E os oficiais estavam tão apaixonados por

por esse avião, que no final dos anos 1930 houve uma proposta

de que a produção de Spitfire deveria cessar em favor do Defiante.

Felizmente a situação não foi realizada, então,

porque, durante a Batalha da Grã-Bretanha, o Defiante se provou uma armadilha mortal voadora.

Ele foi abatido em grandes números por Mishefights alemães.

Pilotos do Mishesfights telefonavam dizendo

que eles podiam facilmente abater o defiant atacando por baixo

ou pela frente.

Então a afirmacão de Lindeman que não haveria batalhas aéreas em 1940

provou ser falsa, na verdade, houve batalhas aéreas nas guerras da Coréia e do Vietnã

envolvendo aviões a jato muito rápidos.

O próximo erro de lindeman foi com relação às ofensivas dos bombardeios da RAF.

Embora o vice-marechal da aeronáutica Arthur Bomar Harris

seja frequentemente culpado pela política da RAF de bombardeio indiscriminado de cidades alemãs

a ideia veio da Lindemann.

De fato nós agora sabemos que a Força Aérea do Exército dos EUA

poderia derrotado a Alemanha muito mais cedo,

se eles se concentrassem em bombardear refinarias de petróleo

usinas de combustível sintético e usinas de energia,

em vez de cidades, uma mudança que também teria resultado

em extremamente poucas as baixas civis.

O pior engano de Lindeman dizia respeito às armas V de Hitler.

Ele se recusou a acreditar que elas sequer existiam, particularmente o foguete V2.

Lindeman estava familiarizado apenas com foguetes de combustível sólido,

e nem mesmo acreditava na existência de um foguete alemão movido a combustível líquido,

alimentado por combustíveis como álcool e oxigênio líquido.

A mesma tecnologia, aliás, que eventualmente permitiu o homem voar para a lua.

E por causa disso Lindemann foi veementemente

contra o bombardeio do depósito nazista das armas V,

em Pina Munda em agosto de 1943.

Felizmente Churchill rejeitou quando o leu, isso foi providencial.

O bombardeio do Peanut não eliminou completamente as armas V,

mas adiou sua introdução por vários meses, permitindo que o DD fosse em frente.

Lindemann também tinha idéias de uma possível Nova Ordem Mundial,

semelhantes às estas do fórum econômico mundial

e da ONU com sua Agenda 21 e agenda 2030.

Para chamar a Wikipedia :

"Lindeman acreditava que um pequeno círculo de inteligentes e aristocratas,

deve governar o mundo resultando em uma sociedade pacífica e estável."

Liderada pelo Superman e servida por Hilots.

E Hilot, a propósito, é outra palavra para escravo.

Ainda mais assustador, ele acreditava na eugenia. Novamente vamos chamar a Wikipedia:

"Lindemann apoiou a eugenia e a esterilização de pessoas

que ele considerava mentalmente incompetentes."

Em uma carta, ele também afirmou sua crença de que a ciência poderia produzir

uma raça de humanos organizados para ser como abelhas operárias.

Isso, de novo, está alinhado com a Agenda 21

e agenda 2030, em que um pequeno número da Elite Global governá o mundo

servidos por uma população escrava mundial de apenas 500 milhões.

Então você pode ver um paralelo com a situação do covid.

Nós temos um primeiro-ministro fazendo decisões sobre Saúde,

que não possui qualificações científicas ou médicas.

Sendo bajulado por consultores científicos

bajuladores que estão tomando decisões duvidosas

com base em suposições incorretas.

Por exemplo, eu acho que a causa mais significativa da nossa situação atual

é a dependência do TESTE PCR, porque ele tem a tendência de produzir

um grande número de falsos positivos,

especialmente quando o Sage, o emprega do modo que é comum atualmente.

Não existe uma genuína segunda onda.

O que estamos vendo é uma epidemia sombra.

Causada por um grande número de falsos positivos criados pelo teste de PCR,

combinados com o aumento normal de infecções respiratórias como a gripe,

que nós vemos nesta época do ano,

e que estão sendo erroneamente diagnosticados como covid,

devido à imprecisão do teste de PCR.

Ao contrário de Churchill

em questões de saúde, o Primeiro-Ministro nunca desafia seus consultores científicos.

provavelmente porque ele não têm conhecimento de ciência.

Quando perguntado sobre o teste de PCR recentemente,

Matt Hancock disse que era mais de 99% preciso.

Mas isso não é verdade.

Mesmo que o teste de PCR tivesse uma taxa de falsos positivos de apenas 1%.

isso não significa que ele seja 99% preciso.

Se você quer uma explicação completa de tudo isso,

Eu sugiro que você dê uma olhada no meu vídeo anterior, sobre o teste de PCR.

É bastante óbvio que o Siege quer outro lookdown em janeiro.

E eu acredito que se conseguirem revogar a proposta anistia no Natal,

eles serão uma equipe muito feliz de fato.

No momento da gravação deste vídeo em 16 de dezembro,

isso parece uma possibilidade distinta.

Mas o exemplo de Friedich Lindeman mostra,

que é um erro seguir a ciência quando a ciência está errada.

Historicamente, os cientistas têm errado sobre tantas coisas,

aquecimento global causado pelo homem,

a ameaça representada pela AIDS, salmonela, gripe aviária, gripe suína,

doença da vaca louca e assim por diante,

o bug do milênio, e todos esses casos que foram previsões loucas.

e então, eventualmente, os cientistas perceberam que as coisas não estavam tão ruins como foi primeiro afirmado.

Governos não precisam seguir o conselho de cientistas.

Mas eles precisam considerar todos os pontos de vista,

caso contrário, as pessoas terminam

com mais esqueletos em seus armários.

Obrigado por assistir este vídeo, compartilhe ele amplamente, por favor também,

visite o site do meu amigo Vernon Coleman

em www.coleman.com .

E vou estar de volta, mais uma vez, antes do natal,

com um especial de natal para todos vocês.

Fiquem ligados, espectadores.

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PedroMartinDeClet
PedroMartinDeClet 2 months ago


Compilation of world 'leaders pretending to take the covid vaccine.
https://brandnewtube.com/v/ZbYffx









The Ten Stages of Genocide

By Dr. Gregory H. Stanton

© 2016 Gregory H. Stanton

http://genocidewatch.net/genoc....ide-2/8-stages-of-ge


Genocide is a process that develops in ten stages that are predictable but not inexorable. At each stage, preventive measures can stop it. The process is not linear. Stages may occur simultaneously. Logically, later stages must be preceded by earlier stages. But all stages continue to operate throughout the process.



➔ 1. CLASSIFICATION: All cultures have categories to distinguish people into “us and them” by ethnicity, race, religion, or nationality: German and Jew, Hutu and Tutsi. Bipolar societies that lack mixed categories, such as Rwanda and Burundi, are the most likely to have genocide.

The main preventive measure at this early stage is to develop universalistic institutions that transcend ethnic or racial divisions, that actively promote tolerance and understanding, and that promote classifications that transcend the divisions. The Roman Catholic Church could have played this role in Rwanda, had it not been riven by the same ethnic cleavages as Rwandan society. Promotion of a common language in countries like Tanzania has also promoted transcendent national identity. This search for common ground is vital to early prevention of genocide.



➔ 2. SYMBOLIZATION: We give names or other symbols to the classifications. We name people “Jews” or “Gypsies,” or distinguish them by colors or dress; and apply the symbols to members of groups. Classification and symbolization are universally human and do not necessarily result in genocide unless they lead to dehumanization. When combined with hatred, symbols may be forced upon unwilling members of pariah groups: the yellow star for Jews under Nazi rule, the blue scarf for people from the Eastern Zone in Khmer Rouge Cambodia.

To combat symbolization, hate symbols can be legally forbidden (swastikas in Germany) as can hate speech. Group marking like gang clothing or tribal scarring can be outlawed, as well. The problem is that legal limitations will fail if unsupported by popular cultural enforcement. Though Hutu and Tutsi were forbidden words in Burundi until the 1980’s, code words replaced them. If widely supported, however, denial of symbolization can be powerful, as it was in Bulgaria, where the government refused to supply enough yellow badges and at least eighty percent of Jews did not wear them, depriving the yellow star of its significance as a Nazi symbol for Jews.



➔ 3. DISCRIMINATION: A dominant group uses law, custom, and political power to deny the rights of other groups. The powerless group may not be accorded full civil rights, voting rights, or even citizenship. The dominant group is driven by an exclusionary ideology that would deprive less powerful groups of their rights. The ideology advocates monopolization or expansion of power by the dominant group. It legitimizes the victimization of weaker groups. Advocates of exclusionary ideologies are often charismatic, expressing resentments of their followers, attracting support from the masses. Examples include the Nuremberg Laws of 1935 in Nazi Germany, which stripped Jews of their German citizenship, and prohibited their employment by the government and by universities. Denial of citizenship to the Rohingya Muslim minority in Burma is a current example.

Prevention against discrimination means full political empowerment and citizenship rights for all groups in a society. Discrimination on the basis of nationality, ethnicity, race or religion should be outlawed. Individuals should have the right to sue the state, corporations, and other individuals if their rights are violated.



➔ 4. DEHUMANIZATION: One group denies the humanity of the other group. Members of it are equated with animals, vermin, insects or diseases. Dehumanization overcomes the normal human revulsion against murder. At this stage, hate propaganda in print and on hate radios is used to vilify the victim group. The majority group is taught to regard the other group as less than human, and even alien to their society. They are indoctrinated to believe that “We are better off without them.” The powerless group can become so depersonalized that they are actually given numbers rather than names, as Jews were in the death camps. They are equated with filth, impurity, and immorality. Hate speech fills the propaganda of official radio, newspapers, and speeches.

To combat dehumanization, incitement to genocide should not be confused with protected speech. Genocidal societies lack constitutional protection for countervailing speech, and should be treated differently than democracies. Local and international leaders should condemn the use of hate speech and make it culturally unacceptable. Leaders who incite genocide should be banned from international travel and have their foreign finances frozen. Hate radio stations should be jammed or shut down, and hate propaganda banned. Hate crimes and atrocities should be promptly punished.



➔ 5. ORGANIZATION: Genocide is always organized, usually by the state, often using militias to provide deniability of state responsibility. (An example is the Sudanese government’s support and arming of the Janjaweed in Darfur.) Sometimes organization is informal (Hindu mobs led by local RSS militants during Indian partition) or decentralized (jihadist terrorist groups.) Special army units or militias are often trained and armed. Arms are purchased by states and militias, often in violation of UN Arms Embargos, to facilitate acts of genocide. States organize secret police to spy on, arrest, torture, and murder people suspected of opposition to political leaders. Special training is given to murderous militias and special army killing units.

To combat this stage, membership in genocidal militias should be outlawed. Their leaders should be denied visas for foreign travel and their foreign assets frozen. The UN should impose arms embargoes on governments and citizens of countries involved in genocidal massacres, and create commissions to investigate violations, as was done in post-genocide Rwanda, and use national legal systems to prosecute those who violate such embargos.



POLARIZATION: Extremists drive the groups apart. Hate groups broadcast polarizing propaganda. Motivations for targeting a group are indoctrinated through mass media. Laws may forbid intermarriage or social interaction. Extremist terrorism targets moderates, intimidating and silencing the center. Moderates from the perpetrators’ own group are most able to stop genocide, so are the first to be arrested and killed. Leaders in targeted groups are the next to be arrested and murdered. The dominant group passes emergency laws or decrees that grants them total power over the targeted group. The laws erode fundamental civil rights and liberties. Targeted groups are disarmed to make them incapable of self-defense, and to ensure that the dominant group has total control.

Prevention may mean security protection for moderate leaders or assistance to human rights groups. Assets of extremists may be seized, and visas for international travel denied to them. Coups d’état by extremists should be opposed by international sanctions. Vigorous objections should be raised to disarmament of opposition groups. If necessary they should be armed to defend themselves.



➔ 7. PREPARATION: Plans are made for genocidal killings. National or perpetrator group leaders plan the “Final Solution” to the Jewish, Armenian, Tutsi or other targeted group “question.” They often use euphemisms to cloak their intentions, such as referring to their goals as “ethnic cleansing,” “purification,” or “counter-terrorism.” They build armies, buy weapons and train their troops and militias. They indoctrinate the populace with fear of the victim group. Leaders often claim that “if we don’t kill them, they will kill us,” disguising genocide as self-defense. Acts of genocide are disguised as counter-insurgency if there is an ongoing armed conflict or civil war. There is a sudden increase in inflammatory rhetoric and hate propaganda with the objective of creating fear of the other group. Political processes such as peace accords that threaten the total dominance of the genocidal group or upcoming elections that may cost them their grip on total power may actually trigger genocide.

Prevention of preparation may include arms embargos and commissions to enforce them. It should include prosecution of incitement and conspiracy to commit genocide, both crimes under Article 3 of the Genocide Convention.



➔ 8. PERSECUTION: Victims are identified and separated out because of their ethnic or religious identity. Death lists are drawn up. In state sponsored genocide, members of victim groups may be forced to wear identifying symbols. Their property is often expropriated. Sometimes they are even segregated into ghettoes, deported into concentration camps, or confined to a famine-struck region and starved. They are deliberately deprived of resources such as water or food in order to slowly destroy them. Programs are implemented to prevent procreation through forced sterilization or abortions. Children are forcibly taken from their parents. The victim group’s basic human rights become systematically abused through extrajudicial killings, torture and forced displacement. Genocidal massacres begin. They are acts of genocide because they intentionally destroy part of a group. The perpetrators watch for whether such massacres meet any international reaction. If not, they realize that that the international community will again be bystanders and permit another genocide.

At this stage, a Genocide Emergency must be declared. If the political will of the great powers, regional alliances, or U.N. Security Council or the U.N. General Assembly can be mobilized, armed international intervention should be prepared, or heavy assistance provided to the victim group to prepare for its self-defense. Humanitarian assistance should be organized by the U.N. and private relief groups for the inevitable tide of refugees to come.



➔ 9. EXTERMINATION begins, and quickly becomes the mass killing legally called “genocide.” It is “extermination” to the killers because they do not believe their victims to be fully human. When it is sponsored by the state, the armed forces often work with militias to do the killing. Sometimes the genocide results in revenge killings by groups against each other, creating the downward whirlpool-like cycle of bilateral genocide (as in Burundi). Acts of genocide demonstrate how dehumanized the victims have become. Already dead bodies are dismembered; rape is used as a tool of war to genetically alter and eradicate the other group. Destruction of cultural and religious property is employed to annihilate the group’s existence from history. The era of “total war” began in World War II. Firebombing did not differentiate civilians from non-combatants. The civil wars that broke out after the end of the Cold War have also not differentiated civilians and combatants. They result in widespread war crimes. Mass rapes of women and girls have become a characteristic of all modern genocides. All men of fighting age are murdered in some genocides. In total genocides all the members of the targeted group are exterminated.

At this stage, only rapid and overwhelming armed intervention can stop genocide. Real safe areas or refugee escape corridors should be established with heavily armed international protection. (An unsafe “safe” area is worse than none at all.) The U.N. Standing High Readiness Brigade, EU Rapid Response Force, or regional forces — should be authorized to act by the U.N. Security Council if the genocide is small. For larger interventions, a multilateral force authorized by the U.N. should intervene. If the U.N. Security Council is paralyzed, regional alliances must act anyway under Chapter VIII of the U.N. Charter or the UN General Assembly should authorize action under the Uniting for Peace Resolution GARes. 330 (1950), which has been used 13 times for such armed intervention. Since 2005, the international responsibility to protect transcends the narrow interests of individual nation states. If strong nations will not provide troops to intervene directly, they should provide the airlift, equipment, and financial means necessary for regional states to intervene.



➔ 10. DENIAL is the final stage that lasts throughout and always follows genocide. It is among the surest indicators of further genocidal massacres. The perpetrators of genocide dig up the mass graves, burn the bodies, try to cover up the evidence and intimidate the witnesses. They deny that they committed any crimes, and often blame what happened on the victims. They block investigations of the crimes, and continue to govern until driven from power by force, when they flee into exile. There they remain with impunity, like Pol Pot or Idi Amin, unless they are captured and a tribunal is established to try them.

The best response to denial is punishment by an international tribunal or national courts. There the evidence can be heard, and the perpetrators punished. Tribunals like the Yugoslav, Rwanda or Sierra Leone Tribunals, the tribunal to try the Khmer Rouge in Cambodia, or the International Criminal Court may not deter the worst genocidal killers. But with the political will to arrest and prosecute them, some may be brought to justice. When possible, local proceedings should provide forums for hearings of the evidence against perpetrators who were not the main leaders and planners of a genocide, with opportunities for restitution and reconciliation. The Rwandan gaçaça trials are one example. Justice should be accompanied by education in schools and the media about the facts of a genocide, the suffering it caused its victims, the motivations of its perpetrators, and the need for restoration of the rights of its victims.



© 2016 Gregory H. Stanton.


Dr. David Martin Releases 'The Fauci/COVID-19 Dossier" 205 Pages, 22 Years of Research
https://www.davidmartin.world/....wp-content/uploads/2

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PedroMartinDeClet
PedroMartinDeClet 2 months ago


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